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Marina ,
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
15:29:00
A Nina não resistiu, ela se foi na madrugada de hoje...Vitima de Panleucopenia felina.
Com toda a certeza e total propriedade de palavra eu falo,
falo que a Nina não veio pra nossa companhia por acaso
ela veio em um momento em que precisávamos cuidar.
Ela veio em um momento de perda e dores profundas.
Veio pra fazer companhia e nos fazer melhores, nos fazer necessários,
mas na verdade, quem cuidou da gente e nos fez companhia foi ela.
Na escolha do nome, na hora dos banhos, nas trocas de fraldas, na escolha da ração. Nina Foi presente enviado pelo acaso e que nos fez bem.
Obrigada por esses seis meses em que nos presenteou com sua lealdade, Anjo de pelos, Nina.
Saudades.
Marina Liberato
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Marina ,
,
21:40:00
Sou alguém que faz muitas perguntas e indagas as respostas, por tanto:
Pensar que me conhece é um erro que nem Eu cometeria.
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Marina ,
,
sexta-feira, 17 de junho de 2011
21:28:00
Quando quebro um prato, um copo
uma xícara, um espelho.
Nunca tento colar, não mesmo
Sempre jogo fora e esqueço
Sem lamentações ou lamúrias
Mas se um vidro de perfume
tomba e derrama o liquido
todo ou quase todo
mas o vidro fica inteiro
isso me faz querer comprar outro vidro
cheio da mesma essência
Marina Liberato
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Marina ,
,
sexta-feira, 10 de junho de 2011
14:02:00

Manhã de céu cinza escuro
O vento frio parece lâmina que corta
Pessoas apressadas em seus mundos
quase pisam no semelhante deitado no chão
São visões distorcidas e frias
É a surdez conveniente da época
Cegueira muda e bem vestida
Passam e nem notam a fome deitada no chão
O sol começa a surgir em meio ao cinza escuro
As janelas se abrem para receber o calor do dia
Os olhos percorrem o relógio apressados
É a corrida incansável do cotidiano moderno
A insenbilidade quase vê a fome sentada na calçada
Hora do almoço e de correria contra o tempo
Portas se abrem dando acesso ao bater de talheres
Sobras, muitas sobras ao lixo lançadas
O tempo parou pra fome morrer
Sentado na calçada alguem espera
Parece um "bixo" revirando o "licho"
Nem frio, nem fome, nem pressa.
Invisivel ao mundo dos apressados
Ele come sem pressa seu banquete do dia
Sorrindo ele segue seu caminho
Sorrindo agradece a Deus e sai sem pressa
Com sorte espera dormir tranquilo
Numa noite menos fria
Só um pedido ele faz
Que Deus abençoe seu semelhante
Marina Liberato
O vento frio parece lâmina que corta
Pessoas apressadas em seus mundos
quase pisam no semelhante deitado no chão
São visões distorcidas e frias
É a surdez conveniente da época
Cegueira muda e bem vestida
Passam e nem notam a fome deitada no chão
O sol começa a surgir em meio ao cinza escuro
As janelas se abrem para receber o calor do dia
Os olhos percorrem o relógio apressados
É a corrida incansável do cotidiano moderno
A insenbilidade quase vê a fome sentada na calçada
Hora do almoço e de correria contra o tempo
Portas se abrem dando acesso ao bater de talheres
Sobras, muitas sobras ao lixo lançadas
O tempo parou pra fome morrer
Sentado na calçada alguem espera
Parece um "bixo" revirando o "licho"
Nem frio, nem fome, nem pressa.
Invisivel ao mundo dos apressados
Ele come sem pressa seu banquete do dia
Sorrindo ele segue seu caminho
Sorrindo agradece a Deus e sai sem pressa
Com sorte espera dormir tranquilo
Numa noite menos fria
Só um pedido ele faz
Que Deus abençoe seu semelhante
Marina Liberato
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