
Confesso q em 2000 pretendo...................
....... ser mais tolerante comigo msma
........ ser menos birrenta e controlar melhor meu humor
........ ser menos transparente e mais cautelosa ao confiar nas pessoas
......... ser menos chata
......... menos possessiva
UAI SÔ mas dae não serei mais eu
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
dxa tudo como tá então
Mudança de planos.......... espero q as pessoas continuem me "aturando" EXATAMENTE como sou
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
2001.......2002.........etc.
.............QUASE 2012 eu continuo tentando ate hoje

As vezes a saudade dói mais
Parece espada afiada fincada no peito
Inunda os olhos e afoga a garganta
Confunde a cabeça entre racional e loucura
Sufoca meu ar e paralisa minhas pernas
Trava meus abraços e fecha minhas mãos
Serra meus dentes e mata meu sorriso
Embaça meu espelho e escurece meu dia
Te busco na memória viva
Sinto o cheiro de sua loção
Ouço sua voz carinhosa e brincalhona
Vejo seus cabelo branquinhos
Cruzo com seu olhar quase perdido
Na ansia de um abraço choro
Nas lembranças ja não posso toca-lo
É quando a saudade aperta sem piedade
Então abraçada ao travesseiro eu durmo
Pedido à noite um sonho colorido
No qual eu possa sentir você
É muito triste essa separação sem reencontros
Pai...você faz tanta falta.
Marina Liberato


As vezes quando olhamos pela janela
A janela da nossa vida
Tudo parece tão organizado
Como gavetas arrumadas
Cada época e cada acontecimento
Tudo no lugar e arquivado
Mas na verdade não é bem assim
A vida é um turbilhão de sentimentos
Uma tempestade com vendavais
Cheia de momentos de silêncios que perturbam
Há nesses momentos a necessidade
Necessidade de solidão
Necessidade de choro
Momento de reclusão total
Momentos em que nossa companhia
Nosso silêncio é tudo que queremos
É tudo que precisamos para continuar
Ou parar em algum ponto e chorar
Depois quando num futuro bem próximo
Nos deparamos com nossos fantasmas
Olhamos bem claramente cada situação
E novamente, tudo nos parece tão fácil
...As vezes até damos risadas de nós mesmos
É quando descobrimos que ainda sabemos sorrir.
Marina Liberato.>
descobrimos que
não somos tão grandes,
o quanto queríamos ser
não somos tão importantes,
o quanto sonhávamos ser
não somos tão competentes,
o quanto precisávamos ser
não somos tão unipresentes,
quanto desejávamos ser
não somos tão companheiros,
quanto esperávamos ser
não somos tão espelhos
somos realmente
e somente humanos.
Marina Liberato.



